Miguel Nunes venceu o Rali Porto Santo Line 2018

Aí está a primeira vitória da temporada para Miguel Nunes. O piloto do Citroën DS3 R5, acompanhado por João Paulo, levaram a melhor numa luta titânica que manteve durante o dia com João Silva e Alexandre Camacho.

Apesar da vitória, o piloto da Tomiauto não esteve isento de problemas na máquina francesa, visto que o sistema de travagem o apoquentou até à segunda metade do dia de competição. A solução para o problema, a colocação de um simples elástico, e isso notou-se logo no rendimento do piloto, que venceu as duas últimas classificativas do rali, carimbando a vitória final.

João Silva foi o principal oponente de Nunes durante o segundo “round” de classificativas, mas foi impotente para contrariar os ataques do vencedor. Silva no final da prova reconheceu que foi um erro ter levado para a ilha dourada uma relação de caixa de velocidade mais curto, e isso notava-se durante as suas passagens e a de Miguel Nunes, com máquinas idênticas. O piloto da FX Hotelaria sai do Porto Santo com o segundo lugar, mantendo a liderança no campeonato.


O principal derrotado do dia, se é assim que possamos apelidar, é Alexandre Camacho, que vinha do dia de ontem com alguma margem de manobra para os seus oponentes, mas um furo logo na segunda classificativa do dia de hoje, iria afastar em definitivo o piloto do Team Vespas da luta pela vitória. Durante o resto da prova, Camacho andou de faca nos dentes, com o intuito de minimiar os estragos, mas pouco ou nada pode fazer. Leva na bagagem um terceiro lugar final.

Longe de toda a concorrência, e muito não se pode pedir. Rui Pinto até chegou a rodar no terceiro lugar, quando Alexandre Camacho furou, mas o andamento do piloto do Ford Focus está a léguas dos pilotos da frente, não mantendo essa posição por muito tempo. No final, queixou-se uma vez mais da afinação da máquina, que tarda em acertar. Falta muito campeonato para continuar a tentar a afinação certa.

Filipe Pires, foi quarto e vencedor do Grupo RC2N. Manteve um ritmo sem calculista, esperando de certa forma os deslizes ou problemas que pudessem arredar a concorrência pela vitória. De certa forma, esta conquista no agrupamento é incontestável e merecedor pela consistência que o piloto tem demostrado.

Pedro Paixão foi o sexto classificado, numa prova onde ainda esteve numa interessante luta com Rui Jorge Fernandes, com o piloto da Camacha a ter que contentar-se com o lugar seguinte. 

Alexandre Mata, foi o oitavo colocado, seguido de Artur Quintal e Vasco Silva que encerraram os dez primeiros.
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