Vitória arrancada a ferros!

Antes do Rali da Calheta ir para a estrada, já se antevia uma luta renhida até ao fim, mas ninguém poderia imaginar que o vencedor iria levar a vitória para casa por apenas duas décimas de segundo. E foi o que aconteceu, João Silva e Vitor Calado, levaram a melhor na luta que mantiveram até a final com Alexandre Camacho e Pedro Calado. Foi preciso esperar para a derradeira classificativa para saber ao certo quem iria vencer a prova, pois para os últimos 13,15 km´s de “Santa” estavam separados por apenas 02,3 segundos. No tira teimas a melhor recaiu para os lados da equipa do Citroën DS3 R5, que desde a primeira classificativa do rali controlaram a liderança, e posto isto, podemos considerar uns justos vencedores. Sabor amargo para Alexandre Camacho, que até nem começou bem este segundo dia de competição, com problemas de potência no Skoda Fabia R5, onde veio a relegar o piloto para o quarto lugar, mas por pouco tempo. Solucionados os problemas, Camacho desferiu ferozes ataques, galgando posições na classificação e deixando em suspense todos que acompanhavam a prova. Duas décimas de segundo foram suficientes para tirar a vitória ao piloto do Team Vespas, deixando no ar que há que contar com ele na luta pelo título regional. Já Miguel Nunes e João Paulo, foram os terceiros classificados. Em certa altura a dupla do Citroën DS3 R5 andou taco a taco com Silva e Camacho, mas notou-se que faltava algo para poder aspirar à vitória final, pois o desempenho da viatura francesa não seria o suficiente para ombrear com as outras duas máquinas. O eterno quarto classificado, se assim se possa apelidar. Rui Pinto apresentou-se em bom plano em duas das nove classificativas do rali, mas quem quer lutar pela vitória numa prova do regional, nunca poderá estar limitado a boas prestações em tão escassas provas de classificação. Filipe Pires e Vasco Mendonça foram os quintos classificados à geral e vencedores no que toca à RC2N. Prova imaculada do piloto, sem grandes sobressaltos, ainda mais folgado ficou, depois de ver o seu mais direto rival no agrupamento abandonar o rali, Vasco Silva. Pedro Paixão e Jorge Henriques levaram o “voador” Renault Clio R3 ao sexto lugar, e a muitos mais não é obrigado, pois à sua frente, só viaturas bem mais competitivas que a sua. Sétimo lugar para a dupla Rui Jorge Fernandes e Mariano Freitas. O piloto da Camacha não esteve isento de problemas mecânicos durante a prova, e um segundo lugar na RC2N acaba por premiar a persistência deste piloto. Dinarte Baptista e Nélio Martins foram oitavos classificados, que com uma prova mais tranquila que a anterior (Rali de São Vicente), lá foram apresentando boas passagens ao longo dos troços. Bruno Fernandes e Mauro Sousa carimbara o nono lugar final, mas finalmente alcançaram a vitória no Troféu Engº Rafael Costa e na classe RC4. Foi na derradeira PEC que averbaram estes registos, pois mantiveram uma luta titânica durante a prova com Alexandre Mata e Nicodemo Câmara. Mata encerrou os dez mais rápidos, deixando fugir entre os dedos as vitórias no Troféu Engº Rafael Costa e na classe RC4. 

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