Joachim Wagemans espera imprimir um ritmo forte

Depois de ter participado, no ano passado, pela primeira vez, no RVM, o jovem piloto de 23 anos confessou que da Madeira tem as melhores recordações, pela organização e traçado do rali.
“No ano passado fizemos um bom rali, gostámos muito, aliás, foi o melhor rali que alguma vez fiz, correu tudo muito bem, desde a organização a toda a envolvência”, referiu recordando que, em 2017, conseguiram imprimir um ritmo forte, apesar de terem sofrido depois um despiste por causa do piso molhado. “Mesmo assim, trabalhámos a noite toda para terminarmos o rali, por isso, no fim, foi uma fantástica semana e é por isso que estamos de volta, desta vez com um R5”, vincou, acrescentando que, por esse facto, esta prova impõe-se como “uma nova experiência”. “Será uma grande mudança para nós”, garantiu.
Sobre a Madeira, referiu que adora a ilha. “Gostei das pessoas, da forma como vivem o rali e tenho amigos que já vieram cá de férias e que repetem este destino”, confessou.
No final, deixou uma mensagem. “Desejo o melhor para a ilha da Madeira e para todos os participantes deste rali, tenham um bom rali e divirtam-se!”.
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