WRC: Jean Todt recomenda ralis em mais do que um país

O presidente da FIA, Jean Todt, recomenda que cada prova passe por mais de um país quando esses territórios fazem fronteira. Citado pelo Motorsport.com, o dirigente começou por deixar bem vincado que pretende que o WRC visite diversas regiões.

Cada vez mais países a quererem juntar-se ao Mundial de Ralis (WRC) e o espaço de calendário limitado, algumas rondas em solo europeu poderão ter de sair – há, de resto, a promessa de que em 2020 sai pelo menos uma, para entrarem possivelmente os Ralis do Japão e do Quénia.

"Quero um campeonato global, pelo que quero ralis na Europa onde a história dos ralis começou – mas também quero ir a todas as partes do mundo: América Latina, Ásia. Sinto-me mal por não termos um rali na China – claramente fizemos alguma tentativa mas não resultou – na Índia, na Indonésia ou na Tailândia. E um país enorme como o Japão, é só uma questão de tempo antes de lá estarmos. É óptimo termos uma grande empresa sul-coreana como a Hyundai, mas quero alguns construtores chineses. Quero voltar a África e estamos a trabalhar nisso, e ao Médio Oriente. Pensei que um rali podia usar dois países. O que desejo nem sempre acontece, mas sinto que devíamos ter pelo menos algum tipo de criatividade com os ralis a cobrirem mais do que um país – isto podia ter ajudado a resolver esta questão do calendário europeu. Falei individualmente com alguns países a sugerir isto”.

De referir que o Rali de Monte Carlo, que se desenrola sobretudo em França, e o Rali da Suécia que tem classificativas na Noruega são exemplos de provas do actual calendário em que são cruzadas fronteiras. Acredita-se que os ralis do Japão e do Quénia possam entrar em 2020 e que as provas europeias sob maior pressão são a Volta à Córsega, o Rali da Alemanha e o Rali de Itália Sardenha.


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