WRC, Rallye da Suécia: Consistência de Ott Tanäk vale vitória na prova

Triunfo de Ott Tänak no Rali da Suécia, segunda etapa do Mundial de Ralis (WRC). O homem da Toyota cumpriu uma prova sem erros de maior e garantiu o regresso aos triunfos que fugiam desde o Rali da Turquia do ano passado.

"É incrível. Sei o quanto o meu grande amigo Markko [Martin] tentou vencer aqui na Suécia, e ele esteve muito perto. Estou muito feliz por finalmente termos conseguido e por termos agora esta vitória na equipa agora. Na Power Stage, voltei a seguir um bom ritmo. Apenas conduzi um pouco mais rápido do que o normal, mas ainda assim sem riscos. Foi um bom troço".

Assim, Tänak ascendeu ao comando do campeonato sete pontos na frente de Thierry Neuville (Hyundai), com Sébastien Ogier (Citroën) a baixar ao terceiro lugar. A vitória foi confirmada na Power Stage que fechou a prova com a segunda passagem no troço de Torsby. Tänak também ganhou o troço, batendo Thierry Neuville (Hyundai) por 3,5s para garantir cinco pontos adicionais.

Na classificação geral final, Esapekka Lappi (Citroën) foi quem mais perto ficou do estónio, conseguindo o segundo lugar a 53,7s depois do quinto tempo na Power Stage que lhe garantiu mais um ponto. Andreas Mikkelsen (Hyundai) não foi além do nono tempo da PEC 19 e assim perdeu as chances de lutar pelo pódio. Também nos pontos da Power Stage ficaram Elfyn Evans (M-Sport Ford), que encerrou o foi terceiro e top cinco da geral, e Sébastien Ogier (Citroën), quarto mais rápido.

Quinto lugar para Elfyn Evans (Ford Fiesta WRC), que fez um bom rali. Depois do abandono em Monte Carlo, devido a acidente, fez uma prova de trás para a frente, até meio do rali, já que chegou a terceiro da geral, a meio do segundo dia de prova, mas depois, com o grupo que lutava pelo pódio tão junto, foi perdendo gás e caindo na classificação.

O Rali da Suécia nunca foi muito a praia de Sébastien Loeb, exceção feita ao tempo em que quase não tinha adversários, mas esta prova nunca foi melhor que sexto, na geral. Se no Monte Carlo ainda escondeu a falta de ritmo e acima de tudo, de conhecimento e adaptação ao carro, desta feita isso ficou mais evidente. Vamos a ver nos ralis de terra em que a sua experiência pode vir ao cimo: “Foi uma prova com altos e baixos, alguns bons tempos, não foi muito mau”, disse no final de um rali que terminou em sétimo.

O Rali foi interessante, o líder trocou quatro vezes durante a prova, houve sete pilotos a ganhar troços, e foi pena a saída de Suninen, que estava a rodar no seu máximo. E foi exatamente essa a diferença, já que enquanto Ott Tanak se manteve longe das armadilhas – foi dos poucos pilotos que escapou a todas – fê-lo mantendo um ritmo alto, e assim que ficou sozinho na frente, após o primeiro atraso de Suninen, geriu como quis a prova.

Johan Kristoffersson fechou a prova com a vitória no WRC2 na última especial na frente de Eyvind Brynildsen (Skoda), mas foi o seu colega de Volkswagen Ole Christian Veiby a triunfar. O sexto registo foi suficiente ao norueguês para terminar na frente de Emil Lindholm, com Kristoffersson a ser terceiro. No WRC2 Pro, Mads Østberg bateu Gus Greensmith (Ford) por 2,8s na PEC 19 para garantir um tranquilo triunfo em que ficou 3m19,2s na frente de Kalle Rovanperä. Este, por seu turno, acabou em terceiro neste troço e manteve Greensmith arredado do segundo posto final.

Share on Google Plus

MaisRalis

Envie suas noticias para maisralis.madeira@gmail.com

0 comentários:

Postar um comentário