CPR: Contagem decrescente para o Rali de Castelo Branco



O Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e ruma ao centro para a realização da quinta prova do campeonato, o Rali de Castelo Branco. A prova, organizada pela Escudeira Castelo Branco, conta com a participação de 83 equipas.

À entrada desta prova, é Ricardo Teodósio o líder do CPR, a bordo do Škoda Fabia R5, seguindo-se Armindo Araújo, com o Hyundai i20 R5 da Hyundai Portugal Rally Team. Bruno Magalhães, colega de equipa de Araújo, encontra-se no terceiro lugar. Para além destes três pilotos, antevê-se que José Pedro Fontes e Miguel Barbosa tentem, também, chegar à vitória.

Nas duas rodas motrizes, Daniel Nunes lidera, com Hugo Lopes e Gil Antunes a ocuparem os restantes dois lugares. 

Quem está de regresso à competição é Inês Ponte Grancha. A co-piloto de José Pedro Fontes foi forçada a ausentar-se no Rali de Portugal devido a problemas físicos.

Na edição passada do rali, Teodósio garantiu, não só a vitória nesta prova, como também a sua primeira vitória do CPR. Nesse rali, José Pedro Fontes começou por liderar, mas foi Teodósio quem venceu. Relembre-se que Fontes fazia, nesta prova, a estreia do Citroen C3 R5 em especiais cronometradas, já que, no Rali de Portugal, viu a sua viatura a não partir para a primeira especial, devido a problemas elétricos. Nas ausências, destaque para Pedro Meireles.

O piloto que, este ano, trouxe a mais recente viatura da Volkswagen, o Polo R5, para o CPR, viu, no Rali de Portugal, o carro a ficar reduzido a cinzas. Num comunicado feito na sua página do Facebook, o piloto lamenta não estar presente nesta prova, mas mostra-se empenhado em estar à partida do Rali Vinho Madeira. 

Para além de Meireles, António Dias também não vai a Castelo Branco, por forma a garantir a sua participação também no Rali Vinho Madeira. Entre as novidades da prova, salienta-se o regresso à zona de Vila Velha de Rodão, com a Qualifying Stage.

Para além disso, o percurso da super-especial foi alterado: “a super-especial terá um formato diferente, na expectativa de que os adeptos possam seguir o espetáculo de forma mais intensa e sempre em segurança”, disse o diretor de prova, Luís Dias em entrevista à Motor24.

Com partida junto à estação ferroviária, a super-especial percorre as várias ruas da cidade. A prova tem o arranque agendado para o dia 22 de junho às 16h21 com a realização da dupla passagem pela especial Vila Ruivas, com mais de 30km. Segue-se Foz do Cobrão e, ao início da noite, as equipas percorrem, também com dupla passagem, a super-especial Reconquista. No segundo e último dia, realizam-se mais seis especiais cronometradas, estando o pódio agendado para as 16h30. Com mais de 120 km,´s, divididas em dez especiais cronometradas, a quinta prova do campeonato marca o fim da fase de terra e o início da de asfalto. 

Na apresentação do rali, Luís Dias adiantou, ainda, que uma das preocupações está associada ao risco de incêndios florestais naquela zona. Nesta edição, a organização espera, pelo terceiro ano consecutivo, ser considerada, pela FPAK, como a melhor organização do CPR.  

Texto: Celso Teixeira

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