WRC, Sardenha: A terceira vitória do ano para Ogier


Três vitórias em cinco ralis para Sébastien Ogier/Julien Ingrassia (Toyota Yaris WRC), que asseguraram o triunfo no Rali da Sardenha, uma prova em que tiveram alguma sorte, já que Ott Tänak/Martin Järveoja (Hyundai I20 Coupé WRC) dominaram o rali até que uma pedra no caminho os parou.

Ogier teve o mérito de estar no sítio certo à hora certa e mesmo abrindo a estrada no primeiro dia, fizeram um excelente trabalho, que os colocou em posição para aproveitar azares alheios, o que fizeram com todo o mérito. 

Segundo lugar para Elfyn Evans/Scott Martin (Toyota Yaris WRC). O segundo dia de prova foi quase perfeito para a Toyota, tal como tinha sido sexta-feira um dia quase perfeito para a Hyundai.
Não tiveram um bom primeiro dia de prova, sempre com dificuldades em encontrar o ritmo certo. Mas tudo mudou no sábado quando assumiram o segundo lugar, 22.7s na frente de Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai I20 Coupé WRC), depois de terem começado o dia apenas 1.2s na frente dos belgas, que na sexta-feira fizeram um forcing final para se aproximar.

Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai I20 Coupé WRC) terminaram no terceiro lugar um rali difícil. Tiveram muitas dificuldades na sexta-feira, falta de confiança no carro para atacar. Foram melhorando e terminaram o dia em cima de Evans, mas era o máximo que poderiam conseguir.

O top cinco foi completado por Takamoto Katsuta em Toyota Yaris WRC, e pelo melhor WRC 2, Huttunen. Østberg chegou a ter mais de 30 segundos de avanço nas contas da categoria, mas uma penalização de um minuto na PEC 13 deixou-o em segundo lugar. O norueguês conseguiu recuperar um atraso de 16,8s e ainda voltou à liderança na manhã deste domingo, mas Huttunen acabou por se impor. Marco Bulacia Wilkinson (Skoda) fechou o pódio do WRC 2.

Quanto ao WRC 3, Rossel impôs-se. Foi o primeiro líder, perdendo depois para Kajetan Kajetanowicz (Skoda). A luta estendeu-se a Pepe López (Citroën), que liderou após a PEC 5, mas a partir da sétima especial a luta cingiu-se a Kajetanowicz e Rossel. Só que logo na PEC 8 o polaco teve problemas e, daí em diante, Rossel nunca mais cedeu o comando. Solans assumiu-se como o seu principal perseguidor até ser ultrapassado por López na PEC 12, não conseguindo recuperar o segundo posto do WRC 3. No fim, Rossel bateu López por 26 segundos, sendo Solans terceiro a 48,6s.
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